Equipa

Mário Spencer
Actor

Chegou ao teatro por via da sua formação musical. Em inícios de 1999 integra o grupo dos 12 formandos aceites no Curso de Formação Actores, Técnicos e Animadores Teatrais da ACTA. Ainda nessa qualidade integra o elenco de Gente Singular, de Teixeira Gomes, encenação de José Louro e, posteriormente, como actor-estagiário, o elenco de Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, encenação de Pedro G. Ramos. Em 2000 frequenta seminários de Ópera de Pequim, com Ricardo Rizo; Voz e Canto com Maria Luís França; Dança e Movimento com Alberto Magno, e integra o elenco de Péricles, Príncipe de Tiro, de Shakespeare, encenação de Ulisses Cruz, co-produção do Teatro Nacional de São João e Seiva Trupe. Regressa à ACTA para participar em Linda Inês, de A. Martins Janeira, encenação de Luís Vicente; integra o elenco de Calígula, de Albert Camus, encenação de Paulo Moreira, desempenhando a personagem Helicon; seguem-se O Primeiro de Israel Horowitz, encenação de Elisabete Martins; O Julgamento, criação colectiva, como co-autor e actor; Doubles ou Eles Eram Dois, de Michael Frayn, encenação de Jorge Soares; O Nariz, inspirado no conto homónimo de Nicolai Gogol, dirigido por Jorge Soares; Em Novembro de 2003 frequenta o workshop de Técnica da Máscara dirigido por Mário Gonzalez do Théâtre du Soleil. Ainda nesse ano ano integra o elenco de Estória de um Nariz, uma adaptação para a infância do espectáculo O Nariz. Em 2004 integra o elenco de Auto da Índia, de Gil Vicente, encenação de Luís Vicente, Auto da Frequentada, a partir de textos de Gil Vicente, criação colectiva. Participa como actor no espectáculo Antígona, de Sófocles e Zambrano, encenação de Luís Vicente. Participou também na série televisiva O Prédio do Vasco. Em 2005 participa em Pandemónio, de Luís Mourão, encenação de Andzjei Kowalski e foi o intérprete de Othello na peça homónima de Shakespeare, encenação de Joaquim Benite (co-produção ACTA/CTA/Teatro Lethes/FCNC/Teatro da Trindade), espectáculo nomeado para os Globos de Ouro na categoria de Melhor Espectáculo de Teatro; Segue-se O Nexo dos Sexos, espectáculo para escolas, baseado sobre a técnica do Teatro do Oprimido, de Augusto Bual, encenação e autoria de Ana Baião; Participa na série da RTP O Testamento . Realização de Jorge Queiroga para uma co-produção RTP/TPA; Participação no espectáculo Ricardo III, no papel de “Lord Amais”. Encenação de Luis Vicente. Produção ACTA; Em 2007 participa no espectáculo Namanh Makbunhe a partir de Macbeth, interpretando o papel de “Namanh Makbunhe”, encenação de Andrej Kowalsky para uma produção do Teatro Nacional D. Maria II.

Da Imprensa:

“A peça não retracta exaustivamente o drama de Pedro e Inês de Castro (...). No entanto, as cenas que constituíram a peça deixaram o espectador em suspense pregado à cadeira. A presença do carrasco [Mário Spencer], escondido por detrás da sua armadura metálica e o momento da chegada do Rei com os carrascos de Inês foram os momentos que mais impressionaram o espectador.”
Mário Lopes, Tinta Fresca nº 5, 2001

“Do elenco destaca-se ainda o trabalho de Pedro Guerreiro Ramos (Chereia) e o de Mário Spencer (Helicon) patrício e escravos unidos no seu amor pelo “césar”, esgotadas em ambos as capacidades críticas e o sentido da realidade que só retomarão aquando da conjura que acarreta a morte.”
Conceição Branco, Magazine do Algarve, Dezembro de 2001

“Também Helicon está irrepreensível dentro da sua ironia de fiel signatário dos caprichos de Calígula.”
Cristina Nabais, Em Cena nº 5, 2002

“Destaques também para Mário Spencer (Flemming) pela enorme capacidade histriónica na constituição cáustica de um personagem.”
João Prudêncio, Jornal do Algarve, 04/04/02

“Bonita a visão do cientista enlouquecido rodeado de cérebros e de provetas prontas a manipular geneticamente o que se quiser. Uma reflexão séria sobre os meninos soldados com a emoção que Mário Spencer sabe bem transmitir.”
Ana Oliveira, Algarve Mais, Setembro 2002


“ Nota muito positiva ao desempenho tanto de João Rocha como de Mário Spencer que, mais uma vez, mostram estar perfeitamente à-vontade na improvisação e no contacto com o público.”
Patrícia Amaral, Postal do Algarve, 09/09/04

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