Equipa
Luís
de A. Miranda
Actor
Iniciou-se no teatro em 1990 na Universidade de Coimbra. Participou nos espectáculos Rododora e Notrebois des Oiseaux, da autoria e encenação de Pirouz Efthekari. Em 1997 e 98, em Lisboa e Albufeira, frequenta cursos de Formação de Actores promovidos pelo Teatro da Trindade e pelo IAE. Ainda em 1998 integra o elenco de RTX, de António Gedeão e em 99 A Cantora Careca de Eugène Ionesco, ambos com encenação de Paulo Moreira, no Grupo Cénico Quatro Ventos. Para o espectáculo O Irmão, de David Mourão-Ferreira, dirigido por Paulo Moreira, criou a cenografia e os figurinos. Fez formação em Voz, Canto, Dança e Estética Teatral com Afonso Dias, Evgueni Beleaev e Maria João Neves. Em 1999 inicia a sua colaboração com a ACTA integrando o elenco de
Gente Singular (protagonista), de Teixeira Gomes, encenação de José Louro; seguem-se
Linda Inês, de Armando Martins Janeira, encenação de Luís Vicente;
Calígula, de Albert Camus, encenação de Paulo Moreira;
Doubles ou Eles Eram Dois, de Michael Frayn, encenação de Jorge Soares,
Antígona, de Sófocles/Zambrano encenação de Luís Vicente;
Morrer como um Marquês, de Alexandre Honrado, encenação de Paulo Moreira;
Os Fantasmas do Homem do Talho, de Victor Haim, encenação de Paulo Moreira;
História do Soldado, de Ramuz/Strawisky, encenação de Paulo Matos (co-produção ACTA/Orquestra do Algarve); em Novembro de 2006 integra o elenco de
Ricardo III de W. Shakespeare, encenação de Luís Vicente, e em 2007 participa na produção
O Empresário, dramaturgia e encenação de Paulo Matos. É mestre em Teatro e Educação pela UAlg.
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Da
Imprensa:
“[...]um excelente trabalho colectivo da companhia. [...]nomeadamente
de Luís A. Miranda no papel do escritor e Presidente da
República Manuel Teixeira Gomes. O seu trabalho bem como
dos outros actores é notável.”
Algarve Hoje, 10/02/00
“[…] a figura do Marquês de Pombal que, por
si só, vale o espectáculo. Luis de A. Miranda esqueceu-se
em absoluto de si próprio para interiorizar o Marquês
de Pombal na sua velhice. Convincente, não exagera o tom
alquebrado nem a dor permanente que sentia. É uma representação
fiel de um velho derrotado que não deixou de acreditar
em Portugal.”
Ana Oliveira, Jornal do Algarve, 07/04/05
"O empresário
Azevedo, interpretado por Luís Miranda também faz as delícias da
assistência, com o seu ar assustado e submisso perante a sua
insidiosa amante."
Jornal do Algarve,
Ana Oliveira, 07/06/2007
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