Equipa

Jorge Soares
Actor

Natural de Lagoa. Abandonou o curso de Relações Internacionais, da Univ. Lusíada, para receber formação teatral em vários cursos, workshops e seminários, designadamente nos domínios da Tragédia Grega, Expressão Dramática Corporal, Técnica da Máscara, Dança Criativa, Marionetas e Fantoches, Manipulação e Construção de Formas Animadas e Dramaturgia, tendo como formadores, nomeadamente, Theodorus Terzopoulos, Luís Varela, Joaquim Benite, Estrela Novais, Filipe Crawford, Alfred Peters, José Ramalho, Maurício Rebojo, Manuel Dias e António Torrado. Em 1993/94 foi luminotécnico da Sala D. João V, da Câmara da Amadora, e integrou o grupo de teatro amador Passagem de Nível. Sócio-fundador da Associação Ideias do Levante, de Lagoa, participou da produção e foi assistente de encenação e actor de vários espectáculos teatrais e de animação. Em 1999 é um dos 12 formandos que ingressa no Curso de Formação Actores, Técnicos e Animadores Teatrais da ACTA, tendo, nessa qualidade, participado nos espectáculos As Tranquilas Aventuras do Diálogo, de Teresa Rita Lopes, Gente Singular, de Teixeira Gomes, ambos com encenação de José Louro, e Auto das Andanças, texto de criação colectiva conduzida por Luís Mourão e espectáculo dirigido por Andrzej Kowalski.

Em 2000, após a conclusão do referido curso integra o elenco da ACTA. Cria o espectáculo de Robertos A Barraca do Gregório, e participa dos elencos de Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, encenação de Pedro G. Ramos; Linda Inês, de A. Martins Janeira, encenação de Luis Vicente; Calígula de Albert Camus, encenação de Paulo Moreira; O Primeiro, de Israel Horovitz, encenação de Elisabete Martins; O Julgamento, criação colectiva. Em 2002 assina a sua primeira encenação: Doubles ou Eles Eram Dois, de Michael Frayn. Em 2003 dirige o espectáculo O Nariz, inspirado no conto homónimo de N. Gogol. Tem igualmente exercido funções formativas no âmbito da actividade da ACTA, designadamente, junto de indivíduos portadores de deficiência auditiva e formação de formadores. Em Novembro de 2003 frequenta o workshop de Técnica da Máscara dirigido por Mário Gonzalez do Théâtre du Soleil. Desde 2006 que integra o projecto VATe, que actualmente dirige.

Da Imprensa:

“Atrevo-me mesmo a dirigir uma palavra de destaque para Jorge Soares [...] Bravo.”
Cristina Nabais, Em Cena nº 5, 2002

“Este último personagem, Arnall, interpretado de forma muito talentosa por Jorge Soares, é uma agradável surpresa para quem seguiu o trabalho do actor algarvio: a composição é soberba, a própria entoação da voz, os tiques, as repetições, de um personagem irónico – mas inconsciente de que o é – arrancam as maiores gargalhadas do espectáculo.”
João Prudêncio, Jornal do Algarve, 04/04/02

“Um dos pontos altos desta peça é mesmo o trabalho de actor, contando o espectáculo com representações bastante equilibradas. A surpresa foi, no entanto, Jorge Soares, impecável no papel de Arnall.”
Cristina Pinto, Algarve Mais, Junho 2002

“Como num clic, as atenções voltam-se para o herói da noite: D. Quixote e o seu companheiro Sancho Pança. Mais uma vez Jorge Soares nos surpreendeu pela sua versatilidade.”
Ana Oliveira, Algarve Mais, Setembro 2002

“[...]Mais uma vez, Jorge Soares surpreendente, agora no papel de encenador.”
Algarve Mais, Dezembro 2002

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