Equipa
Elisabete
Martins
Actriz / Produtora Executiva
Natural de Lisboa. Entre 1993 e 97 integra o grupo de teatro amador In Impetus. As suas primeiras experiências no teatro profissional dão-se no desempenho das funções de contra-regra: em 1997 na peça Sétimo Céu, encenação de Fernanda Lapa, no Teatro Villaret, e em 98 na peça O Pecado, criação de Luís Castro, no CCB. Em Março de 98 participa no Workshop de Perfinst ministrado por Luís Castro no Estúdio Marta Atayde, em Lisboa. Em 1999 candidata-se ao
Curso de Formação Actores, Técnicos e Animadores Teatrais da ACTA. Presta provas de aptidão e vem a ser uma dos 12 formandos aceites no referido Curso, que conclui em 2000. Ainda enquanto formanda participa nas produções da ACTA
Não Está! ou A Saga do Director Geral, textos de Almada Negreiros, Tchekov, Raul Brandão e Luís Vicente, encenação de Luís Vicente, e
Gente Singular, de Teixeira Gomes, encenação de José Louro; em 2000, já como actriz-estagiária da ACTA participa no elenco de
Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, encenação de Pedro G. Ramos e
Auto das Andanças, texto de criação colectiva conduzida por Luís Mourão e espectáculo dirigido por Andrezj Kowalski; em 2001 integra o elenco da ACTA e participa em
O Longo Sono da Heroína, projecto de Teatro para a Educação conduzido por Ana Baião, e
A Baronesa e a Porca, de Michael Mckenzie, encenação de Isabel Pereira dos Santos; em 2002 assina a sua primeira encenação em
O Primeiro, de Israel Horovitz, e participa na criação, como co-autora e também como actriz, do espectáculo
O Julgamento; ainda em 2002 participa no elenco de
Doubles ou Eles Eram Dois, texto de Michael Frayn, com encenação de Jorge Soares. Em 2002 frequenta o curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores e desde então tem vindo a exercer funções formativas no âmbito da actividade da ACTA e em outras instituições. Em 2003 participa no espectáculo
O Nariz, inspirado no conto homónimo de Nicolai Gogol, dirigido por Jorge Soares. Em Novembro de 2003 frequenta o workshop de Técnica da Máscara dirigido por Mário Gonzalez do Théâtre du Soleil e em Dezembro do mesmo ano integra o elenco de
Estória de um Nariz, uma adaptação para a infância do espectáculo O Nariz. Em 2004 integra o elenco de
Auto da Índia, de Gil Vicente, encenação de Luís Vicente,
Auto da Frequentada, a partir de textos de Gil Vicente, criação colectiva. Participa como actriz e faz a assistência de encenação no espectáculo
Antígona, de Sófocles e Zambrano, encenação de Luís Vicente. Em 2005 integra o elenco de
Morrer como um Marquês, de Alexandre Honrado, encenação de Paulo Moreira, participa no espectáculo
Pandemónio, de Luís Mourão e colectivo, encenação de Andrezj Kowalski como actriz e tem a seu cargo as funções de direcção de cena e produção executiva. No mesmo ano frequenta Woskshops de estética teatral, fenomenologia do sonho criador, máscara aprofundada, respiração e voz. É a assistente de produção do I Festival das Companhias de Teatro Descentralizadas. Em Janeiro 2006 interpreta
Prantos, de Gil Vicente, encenação de Luís Vicente; em Abril participa como actriz e tem a seu cargo a produção executiva na co-produção com a Orquestra do Algarve de
História do Soldado, texto de C.F. Ramuz, música de Stravinsky, direcção musical de Osvaldo Ferreira e encenação de Paulo Matos. Em Novembro integra o elenco de
Ricardo III de W. Shakespeare, encenação de Luís Vicente e tem a seu cargo a assistência de encenação. Em 2007 integra o elenco de
O Empresário, de Mozart, dramaturgia e encenação de Paulo Matos, em co-produção com a Orquestra do Algarve e intervém como actriz na produção
mulheres.só, dramaturgia e encenação de
Luís Vicente. Tem a seu cargo a produção executiva da ACTA.
 |
Da
Imprensa:
“Os intérpretes da peça [Não Está!
Ou a Saga do Director Geral] – Pedro Ramos, Luis Vicente,
Elisabete Martins e Antony Barbosa – Manifestam competência
e talentos notáveis. [...] A não perder.”
Algarve Hoje, 04/11/99
“ Através do recurso hot seat, Elisabete Martins
conseguia um momento de grande intensidade dramática que,
cativando os jovens, lhe mereceu uma expontânea salva de
palmas. [...] Vale a pena, também, falar da forma como
Elisabete consegue disciplinar pedagogicamente, com firmeza e
determinação, um grupo heterogéneo de jovens.”
EG, Região Sul, 31/01/01
“[...] o espectáculo [A Baronesa e a Porca] conta
com uma belíssima interpretação de Glória
Fernandes e Elisabete Martins.”
Magazine do Algarve, Maio 2001
“O seu maior desempenho enquanto actriz [Elisabete Martins]
acontece, também em 2001, em “A Baronesa e a Porca”,
de Michael Mackenzie, encenada por Isabel Pereira dos Santos.”
Cristina Pinto, Barlavento, 21/03/02
“[...] A salientar também o surpreendente bom trabalho
de Elisabete Martins, estreante na direcção de
actores aos 23 anos.”
João Prudêncio, Jornal do Algarve, 04/04/02
“O teor cómico do texto de Israel Horovitz arrancou
inúmeras gargalhadas ao público, que aplaudiu intensamente
a primeira encenação da jovem actriz da ACTA, Elisabete
Martins.”
Cristina Pinto, Barlavento, 04/04/02
“A resposta dada por alunos que viram
o espectáculo é bem significativa do poder da actriz Elisabete Martins.”
Jornal do Algarve, Ana Oliveira,
09/02/2006
(…) Elisabete Martins expõe a sua
graça natural neste papel, soltando-se e divertindo a plateia."
Jornal do Algarve, Ana Oliveira,
07/06/2007
 |